Bailarina Ingrid Silva se apresenta na abertura do Fórum Econômico Mundial, em Davos

A bailarina brasileira Ingrid Silva subiu ao palco do concerto de abertura do Fórum Econômico Mundial 2026, em Davos, na Suíça, no início desta semana. O evento, que reúne anualmente chefes de Estado, executivos e personalidades globais, teve sua sessão inaugural marcada pela arte, com a apresentação da primeira bailarina do Dance Theatre of Harlem, de Nova York.

Reprodução/World Economic Forum/ALAVEE


Ingrid Silva executou uma coreografia original de sua autoria. A apresentação ocorreu ao som da canção “Hallelujah“, interpretada ao vivo pelo músico norte-americano Jon Batiste, vencedor do Oscar pela trilha sonora da animação Soul, da Pixar Animation Studios e de múltiplos prêmios Grammy. 

A bailarina integrou o grupo artístico do concerto, que também contou com a participação do cantor nigeriano Fireboy DML, do violinista francês Renaud Capuçon e da Orquestra de Câmara Mahler.

O Fórum Econômico Mundial, que completa 56 anos, é considerado uma das principais reuniões para a discussão dos rumos da economia, da política e da sociedade internacional.


Um marco pessoal e coletivo

Radicada em Nova York há 17 anos, Ingrid Silva atua como bailarina principal do Dance Theatre of Harlem, companhia de balé dos Estados Unidos. Ao longo da carreira, construiu reconhecimento internacional no balé clássico e ampliou sua atuação para temas ligados à educação, justiça social e cultura.

Sua presença no concerto de abertura do Fórum Econômico Mundial situou a dança como parte do diálogo internacional e inseriu a arte brasileira em um espaço frequentado por lideranças que discutem desafios globais.

Em declaração, Ingrid Silva descreveu o momento como um marco. “Estar no palco de abertura do Fórum Econômico Mundial, a convite do próprio Jon Batiste, é um marco pessoal e coletivo”, afirmou a bailarina. Ela destacou a simbologia de ocupar aquele espaço. 

“Na plateia teve a presença de líderes globais discutindo os desafios do mundo e ajudando a escrever o futuro; ocupar esse espaço com a minha dança mostra como a educação pode ser transformadora e como a arte também é uma ferramenta de diálogo e construção de novos imaginários”, disse em nota à imprensa.

Fonte: Site Alma Preta


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