Pessoas que falam mais de um idioma podem ter cérebros consideravelmente mais jovens. É o que aponta um novo estudo científico apresentado no Fórum da Federação das Sociedades Europeias de Neurociências (FENS). Segundo os pesquisadores, aprender uma nova língua ainda na juventude e alcançar a fluência são fatores essenciais para atrasar o envelhecimento cerebral. Acompanhe os desdobramentos dessa pesquisa científica a seguir. O impacto de ser poliglota O estudo revelou que a experiência com vários idiomas funciona como um verdadeiro exercício de longevidade para a mente. Lucia Amoruso, pesquisadora do Centro Basco de Cognição, Cérebro e Linguagem, na Espanha, e autora do trabalho, explicou que indivíduos poliglotas tendem a apresentar uma estrutura cerebral mais jovem do que o esperado para a idade cronológica. A cientista ressaltou que o benefício não está ligado apenas à quantidade de idiomas falados, mas também ao nível de proficiência e à aquisição mais precoce. Diferença de idade ...
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