A abertura categoria de microempreendedor individual (MEI) lidera largamente, com 79,5%. Em seguida, aparecem as microempresas (17%) e as pequenas empresas (3,5%). Eles se diferenciam principalmente pelo volume de faturamento e pela quantidade de empregados.
A categoria microempreendedor individual foi criada para formalizar os trabalhadores por conta própria, por isso, só se encaixam como MEI os empreendedores de determinadas atividades com faturamento de até R$ 81 mil reais por ano com, no máximo, um funcionário.
As micro e pequenas empresas podem empregar mais pessoas, sendo que as primeiras faturam até R$ 360 mil anuais, enquanto as segundas chegam a R$ 4,8 milhões. Dados de 2025 do Sebrae, mostram que essas empresas foram responsáveis por mais de 80% do saldo de contratações do país no ano passado.
Considerando apenas os microempreendedores, a maioria opera no setor de serviços. Em fevereiro, 65% do total de novos pequenos negócios exerciam atividades dessa categoria, seguidos por 19,6% no Comércio, 7,6% na Indústria e 6,8% na Construção.
A análise por atividades mostrou que as mais frequentes, entre os microeemprededores foram de malote e entrega, transporte rodoviário de carga e publicidade. Entre as micro e pequenas empresas, por suas vez, teve destaque a abertura de negócios de atenção ambulatorial executada por médicos e odontólogos, serviços combinados de escritório e apoio administrativo e atividades da saúde, exceto médicos e odontólogos.
Economia
As previsões do mercado financeiro para os principais indicadores econômicos em 2026 – a expansão da economia e o índice de inflação – ficaram estáveis na edição desta segunda-feira (9) do Boletim Focus. A pesquisa com instituições financeiras é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC).
A estimativa para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,82%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) ficou em 1,8%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.
Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.
Nesta edição do Boletim Focus, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,41 para o fim deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,50.
Fonte: O SUL
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