CUFA se une às ações de combate ao feminicídio e lança campanha pela proteção de mulheres no RS

A Central Única das Favelas do Rio Grande do Sul (CUFA RS) lançou nesta sexta-feira (30) a campanha “O Rio Grande do Sul diz não à violência contra a mulher e ao feminicídio”. O lançamento ocorreu durante o programa Timeline, da Rádio Gaúcha. Em meio aos números alarmantes de feminicídio, a ideia é promover ações de enfrentamento à violência de gênero em favelas, periferias e municípios de todas as regiões do Estado.

Divulgação / CUFA RS


A campanha é colocada em prática em um momento gravíssimo e que demanda atenção de toda a sociedade: 11 mulheres foram assassinadas no Rio Grande do Sul apenas no mês de janeiro, em casos classificados como feminicídio. No último caso, a mulher chegou a pedir medida protetiva à Justiça, mas teve inicialmente a medida negada pelo público. Depois de o Ministério Público recorrer, a Justiça então concedeu a medida, mas era tarde demais.

Educação

Em entrevista ao programa Timeline, Lu Britto, representante da CUFA RS, explicou que a campanha quer formar pessoas para serem multiplicadores nos temas relacionados do combate ao feminicídio. Como isso será feito? Rodas de conversa, atividades de escuta e mobilizações comunitárias. As iniciativas devem alcançar diferentes faixas etárias, de jovens a idosos, envolvendo lideranças comunitárias, famílias e organizações locais.

De acordo com Lu Brito, a proposta parte da realidade das mulheres que vivem em territórios periféricos, onde a violência doméstica e familiar é recorrente e, muitas vezes, ocorre de forma silenciosa. A entidade afirma que o enfrentamento à violência contra a mulher exige ações permanentes, articuladas e construídas coletivamente.

Além das ações comunitárias, a CUFA RS informa que a campanha também buscará diálogo com o poder público, com o objetivo de reforçar a importância de políticas intersetoriais e contínuas no enfrentamento à violência de gênero.

Com o slogan “O Rio Grande do Sul diz não à violência contra a mulher e ao feminicídio”, a iniciativa pretende ampliar o debate público sobre o tema e incentivar a participação da sociedade gaúcha em ações de informação, acolhimento e prevenção.

Fonte: Kelly Mattos, GZH 


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