| CBF/Divulgação |
Aos 47 anos, Formiga assume o posto anteriormente ocupado por Mariléia dos Santos, a “Michael Jackson”, também ex-jogadora e reconhecida como pioneira do futebol feminino no país, que atuava no ministério desde agosto de 2024.
Desde a aposentadoria dos gramados, em 2022, a ex-volante passou a atuar na gestão esportiva e em iniciativas voltadas ao reconhecimento do futebol feminino, além de se tornar referência na luta contra o racismo no esporte, machismo e na valorização de atletas brasileiras.
Entre as funções, exerceu o cargo de secretária-adjunta de Esportes e Juventude de Cotia, em São Paulo, e foi embaixadora da primeira edição da Copa Maria Bonita.
A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, destacou a nomeação ao ressaltar a trajetória da ex-jogadora e sua importância para a ampliação do acesso ao esporte.
“Ver essa trajetória reconhecida e valorizada pelo Governo do Brasil é reafirmar um compromisso com quem conhece o esporte por dentro. Às vésperas da Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil, apostar em quem sabe é fortalecer políticas públicas que ampliem a participação de meninas, mulheres e juventudes, com mais igualdade e justiça no esporte brasileiro”, afirma no post das redes sociais.
Após 26 anos defendendo a Seleção Brasileira, Formiga se consolidou como uma das maiores referências da história do futebol feminino. Ela é a única atleta a disputar sete edições da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, além de ter conquistado dois títulos dos Jogos Pan-Americanos e sete títulos da Copa América ao longo da carreira.
Fonte: site Alma Preta
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