| Ramon Belmonte/Prefeitura de Novo Hamburgo |
A ave, que pode ultrapassar os 300 km/h em voo, é natural do Hemisfério Norte e costuma migrar para o Brasil para passar o verão. A espécie se alimenta de aves menores, morcegos e outros pequenos mamíferos.
Ele recebeu os primeiros atendimentos em uma clínica veterinária local, no bairro Ideal. O falcão será transferido para o Centro de Reabilitação de Animais Silvestres (Preservas) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em Porto Alegre, para continuar o tratamento. A expectativa é que ele se recupere e possa ser solto novamente na natureza.
O biólogo Carlos Normann, da Diretoria de Proteção Ambiental (DPA) de Novo Hamburgo, explica que a caça a aves de rapina é um problema recorrente.
"Infelizmente, as aves de rapina sofrem com bastante preconceito, como outros animais carnívoros, que o pessoal faz a chamada caça por retaliação", afirma.
Segundo o especialista, a prática ilegal ocorre por receio de que as aves ataquem animais de criação, como galinhas e canários. No entanto, ele destaca a importância ecológica desses predadores.
"É a dieta dele, né? O falcão, inclusive, caça animais no voo. Ele é um especialista em abater outras aves e morcegos em pleno voo", explica Normann.
A Diretoria de Proteção Ambiental, vinculada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semam), orienta a população a acionar o órgão ao encontrar um animal silvestre ferido que não consiga fugir. O contato para orientações e resgate pode ser feito pelo telefone (51) 3097-1990.
Assista ao vídeo mostrando o animal neste link do G1
Fonte: G1
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