Conheça o projeto gaúcho que usa inteligência artificial para projeções de safra conectadas ao clima

Das muitas aplicações que a combinação de ciência e tecnologia traz, uma está rendendo projeções de safra de soja que se convertem em decisões mais assertivas por parte de produtores  no Brasil e no Paraguai. É a que tem sido feita pela equipe FieldCrops, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). 

Equipe da UFSM/Reprodução site 

Com visitas a campo em mais de 700 lavouras de 15 Estados brasileiros e cinco departamentos paraguaios, abastecem-se de dados que posteriormente alimentam uma ferramenta trazida dos Estados Unidos. Combina um modelo matemático baseado em processos e as ferramentas mais modernas de mineração de dados e inteligência artificial. É utilizado para elaborar as projeções de safra no território norte-americano, explica o professor Alencar Zanon, um dos coordenadores da equipe FieldCrops:

— É uma ferramenta que permite estimar quanto os produtores podem produzir na lavoura de acordo com o clima. 

Também integra a coordenação do FieldCrops o professor Nereu Augusto Streck. As projeções feitas para a atual safra de soja via ferramenta indicaram uma produtividade média de 2,94 mil quilos por hectares. A estimativa da Emater, aponta 2,87 mil quilos. 

— Alcançamos uma ferramenta de gestão de riscos antes de o risco acontecer, e até antes do produtor de soja colocar a semente na terra, o que vai ser uma grande virada de chave e colocar o Brasil ainda mais alto no cenário mundial do agronegócio — pontua Streck.

Fonte: GZH


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