| Caingangue em troca de tiros com inimigos, em Nonoai, em 2025 - Arquivo Pessoal/Divulgação |
O momento atual é de montagem da equipe. A escolha vai priorizar agentes que já têm experiência no assunto, mesclados com outros. Eles terão a missão de buscar interlocução com outros órgãos federais, como a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). E, além disso, com as comunidades caingangue e guarani, preponderantes em território gaúcho. Para isso, terão de se fazer conhecidos pelas lideranças indígenas.
— Vamos tentar, mais do que investigar, antecipar as possibilidades de conflito. E evitá-los — resume Silveira.
A opção foi por Passo Fundo porque é a região com mais conflitos e com mais reservas indígenas. O delegado responsável deve ser escolhido nos próximos meses e a base estará pronta, provavelmente, antes do final do ano.
É mais do que saudável a criação da base, é necessária. Nos últimos anos foram registrados conflitos em terras indígenas como Ventarra (em Erebango, com três mortos e vários feridos), Nonoai (dois mortos e três dezenas de casas incendiadas), Serrinha (Ronda Alta, com dois mortos e vários veículos e casas incendiados)) e Carreteiro (Água Santa, um morto e arsenais apreendidos).
Fonte: GZH
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