Basta ser minimamente ligado em esportes (ou vestuário) para conhecer os tênis Air Jordan. O produto foi criado a partir de uma parceira entre a Nike e o jogador de basquete Michael Jordan. Um novato no começo da década de 1980, quando as conversas com a Nike tiveram início, o atleta já faturou bilhões de dólares com as vendas dos Air Jordans.
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O filme "Air: a história por trás do logo", que conta como isso aconteceu, chegou aos cinemas brasileiros há cerca de um mês e estará disponível no serviço de streaming Prime Video no dia 12 de maio. Segundo o colunista da Inc. Hillel Fuld, o longa, estrelado por Matt Damon e Viola Davis, ensina importantes lições para empreendedores que querem ter sucesso. Confira:
1. Pense diferente
Na história, o atleta Michael Jordan sonhava com o patrocínio da Adidas, a maior do ramo esportivo na época. A Nike, por sua vez, tinha um orçamento baixo, o que limitava as suas possibilidades de patrocínio.
A ideia inicial da marca de vestuário era patrocinar três atletas medianos. No entanto, o insight de sair do óbvio e usar todo o dinheiro para patrocinar um atleta muito bom, no lugar de três médios, foi o que resultou no sucesso da marca.2. Veja o que os outros não conseguem
Apesar de já muito talentoso, Jordan era novato quando Sonny Vaccaro, executivo da Nike, teve a ideia de escolhê-lo como o jogador "muito bom" a ser patrocinado. Como mostrado pelo filme, o executivo enxergou em Jordan, ainda em começo de carreira, o grande astro que ele viria a ser.
3. Vá atrás do impossível
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4. Flexibilidade é importante
Durante as negociações, a equipe do jogador exigiu algo que não era de costume da Nike: Jordan queria uma porcentagem de cada par de tênis vendido pela empresa. A marca já tinha o dinheiro para pagar a parte do patrocínio, mas relutou em aceitar essa nova condição. No entanto, os responsáveis pela parceria viam em Jordan uma oportunidade única de negócio e, por isso, toparam o acordo.
5. Algumas determinações podem acabar com um negócio
A vontade que Vaccaro tinha de ver Jordan patrocinado pela Nike era tão grande que ele passou por cima dos seus gestores e foi até a casa do jogador convencer a mãe do atleta a ter seu filho na Nike.
Como nenhum outro funcionário da empresa estava do lado do executivo, ele foi repreendido, e isso poderia ter custado o seu emprego. Contudo, como sabemos agora, a teimosia e insistência do empresário foi o que levou ao contrato que salvou a empresa.
Fonte: Revista PEGN
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