NOTÍCIA #TRILEGAL: Pesquisadora da Ufrgs é uma das 100 Mulheres Brilhantes em Ética na IA

A professora e pesquisadora do Departamento de Ciências da Informação da Ufrgs Luciana Monteiro-Krebs foi eleita uma das "100 Brilliant Women in AI Ethics™" (100 Mulheres Brilhantes em Ética na Inteligência Artificial, em tradução livre) no último dia 31 de janeiro.

Luciana Monteiro-Krebs - UFRGS / Divulgação


A professora e pesquisadora do Departamento de Ciências da Informação da Ufrgs Luciana Monteiro-Krebs foi eleita uma das "100 Brilliant Women in AI Ethics™" (100 Mulheres Brilhantes em Ética na Inteligência Artificial, em tradução livre) no último dia 31 de janeiro.

Desde 2018, a Women in AI Ethics™ reconhece especialistas e pioneiras de diversos países que estão trabalhando para garantir que os benefícios da Inteligência Artificial (IA) ​​sejam distribuídos de forma equitativa e para manter as pessoas seguras de possíveis danos causados pela IA.

São mulheres de diferentes áreas de atuação que trabalham contra enviesamentos e assimetrias dos sistemas de IA, além de lutar por mais transparência, responsabilidade e explicabilidade desses sistemas. Como resultado de indicações anônimas, curadoria de um Conselho Consultivo e votação, elegem-se as 100 mulheres de destaque na lista "100 Brilliant Women in AI Ethics™".

Luciana Monteiro-Krebs pesquisa plataformas digitais, algoritmos, redes sociais e repositórios de dados desde 2012. Com formação interdisciplinar e experiência profissional, tanto no mercado privado quanto na academia, Luciana defendeu tese na KU Leuven (Bélgica) que tratou de algoritmos de recomendação em redes sociais acadêmicas e seus efeitos para a comunicação científica. Atualmente, ao lado do professor Fabiano Couto Corrêa da Silva, ela colidera o DataLab - Laboratório de dados, métricas institucionais e reprodutibilidade científica, da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da Ufrgs (Fabico).

"Há muitos anos, pesquisadores já vêm alertando a sociedade dos riscos inerentes de certas lógicas e funções específicas em plataformas digitais, que nos últimos tempos alimentam fenômenos como a polarização e a desinformação. É necessário um esforço multidisciplinar, técnico, acadêmico e também político para promover mais transparência, responsabilização e ética em sistemas de Inteligência Artificial. Por isso, é uma honra representar a Ciência da Informação ao lado de tantas mulheres vibrando na mesma frequência. Conhecer sua história e projetos é inspirador. Esse reconhecimento foi uma grata e emocionante surpresa!", disse a pesquisadora.

Como destacou Mia Shah-Dand, fundadora da Women in AI Ethics™, "a lista de indicadas deste ano é uma prova do imenso talento em diversos campos comprometidos com a causa da IA ​​responsável e ética". A organização se preocupa com a inclusão e a diversidade na seleção das agraciadas, garantindo que vozes menos representadas sejam ouvidas.

A Women in AI Ethics™ é uma organização liderada por voluntários e financiada por pequenos doadores, que, além de trabalhar para o reconhecimento de mulheres na área de IA, promove ações de letramento digital em bibliotecas públicas.

Fonte: UFRGS e Correio do Povo





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