Conheça a empresa gaúcha que distribui 350 milhões de figurinhas do álbum da Copa pelo país

Com sede em Frederico Westphalen, no norte gaúcho, a Vitrola Editora e Distribuidora, é uma das principais distribuidoras nacionais do álbum e figurinhas da Copa do Mundo 2026. A empresa é responsável, desde o dia 1º de maio, por 15% das vendas da Panini.

Vitrola Editora e Distribuidora //Divulgação

Para atender o varejo de todo o Brasil no período, a Vitrola escalonou os investimentos. Foram R$ 8 milhões destinados para a construção de um novo centro logístico em Nova Odessa (SP). Com a expansão, espera-se um crescimento de até 50% nas vendas da empresa e faturamento superior a R$ 300 milhões.

— Aqui no Sul nós somos o maior servidor da Panini, a responsável pelos álbuns. A gente se sente muito feliz por uma empresa aqui do norte gaúcho alcançar um patamar desse tamanho. É um motivo de orgulho não só para nós, Vitrola, mas para a região — diz o fundador e CEO Ramir Severiano.

E não é pouca coisa: foram encomendados pela companhia 50 milhões de envelopes de figurinhas, equivalente a 350 milhões de unidades de figurinhas, além de 1,6 milhão de álbuns nas versões brochura, capa dura, prata e dourado.

A Vitrola é responsável por abastecer grandes redes como as farmácias São João e os supermercados Zaffari, além de outros comércios, com uma carteira de quase cinco mil clientes.

Segurança e frota própria

O transporte dos produtos exige segurança, com estrutura e frota logística. Veículos batedores são utilizados e a carga é completamente não rastreável. Não há brecha para dizer que as figurinhas não são assunto sério.

— A nossa capacidade logística, estrutura e trabalhadores dobrou. Estamos trabalhando muito, inclusive por conta das entregas em horários variados. Por segurança, não temos previsão de quando a carga vai chegar, às vezes recebemos até durante a noite. Temos que estar preparados a qualquer momento — relatou Severiano.

Histórico

Ramir Severiano, fundador e CEO da Vitrola, tem uma trajetória empreendedora que começou em 1987, com uma locadora de filmes que mais tarde daria origem à distribuidora de CDs e DVDs. Depois de duas décadas como colaborador da Caixa Econômica Federal, decidiu se dedicar integralmente ao negócio, que evoluiu para um modelo inovador de distribuição de livros em canais alternativos, como supermercados, farmácias e lojas de conveniência. À frente da Vitrola, Ramir tem como missão levar o  álbum, as figurinhas e os artigos colecionáveis a todos os lugares.

Fonte: GZH e Redação AP


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