#BAITAEXEMPLO: Médico gaúcho é o pesquisador de doenças raras mais bem posicionado em ranking mundial
O médico geneticista Roberto Giugliani, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), alcançou um feito histórico para a ciência brasileira. Ele é o pesquisador nacional da área de doenças raras mais bem posicionado no top 30 do Ranking dos Melhores Cientistas em Medicina de 2026, organizado pela plataforma internacional Research.com.
Acompanhe a seguir os detalhes dessa trajetória de dedicação à saúde e à pesquisa.
Foto: Leonardo Lenskij/Divulgação
Reconhecimento de um trabalho coletivo
Fundador do Serviço de Genética Médica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e diretor executivo da Casa dos Raros, o especialista é considerado uma referência global. Ao receber a distinção, Giugliani fez questão de dividir o mérito, destacando que o resultado é fruto de décadas de trabalho coletivo de profissionais de saúde e instituições. Segundo o médico, o prêmio comprova que a ciência produzida no Brasil tem capacidade de gerar conhecimento relevante para o mundo e, acima de tudo, transformar a realidade de milhares de pacientes e de suas famílias.
Currículo de impacto internacional
A nova conquista se junta a uma extensa lista de premiações mundiais. Recentemente, o professor recebeu o "Life for MPS Award", a maior homenagem do mundo no campo das mucopolissacaridoses, um grupo de doenças genéticas graves que afeta vários sistemas do organismo. O médico gaúcho também integra a seleta lista da Universidade de Stanford com os cientistas mais influentes do planeta, um ranking baseado no alto impacto e nas citações de suas pesquisas.
Avanços práticos para a saúde pública
Com mais de 600 artigos científicos publicados e orientação de dezenas de teses, o geneticista coordenou o Centro Colaborador da Organização Mundial da Saúde (OMS) para Genética Médica na América Latina ao longo de 14 anos. Em sua trajetória, liderou iniciativas fundamentais para os cidadãos, como a expansão da triagem neonatal (conhecida popularmente pelo teste do pezinho) e o fortalecimento do atendimento genético dentro do Sistema Único de Saúde (SUS), ajudando de forma ativa na formulação de políticas públicas essenciais para quem convive com condições raras.
Fonte: Terra / Porto Alegre 24 horas
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