Familiares de pessoas desaparecidas têm até esta sexta-feira (28) para participar da mobilização nacional de coleta de DNA. A iniciativa busca ampliar o banco de perfis genéticos para facilitar o trabalho contínuo de identificação no país. No estado do Rio Grande do Sul, o atendimento ocorre em todos os Postos Médico-Legais (PMLs).
Saiba como participar e ajude a divulgar essa importante ação.Paulo Pinto/Agencia Brasil - imagem ilustrativa
Ponto de coleta especial nesta quinta (27)
Especialmente nesta quinta-feira (27), a capital gaúcha conta com um ponto extra de coleta localizado junto ao Monumento ao Expedicionário, no Parque Farroupilha. Além disso, o Centro Regional de Excelência em Perícias Criminais do Sul (Crepec), em Porto Alegre, também recebe os familiares. Quem já doou o material genético à perícia oficial em outra ocasião não precisa repetir o procedimento, pois os dados já estão salvos e cruzados no sistema.
Quem pode doar e como funciona
A coleta deve ser feita, preferencialmente, por parentes de primeiro grau na seguinte ordem: pai ou mãe biológicos; filhos da pessoa desaparecida acompanhados do outro genitor; ou irmãos biológicos. O material é colhido de forma rápida e indolor, com um pequeno cotonete passado na parte interna da bochecha, ou por meio de uma gota de sangue do dedo. Os dados genéticos coletados são sigilosos e utilizados exclusivamente para a identificação de desaparecidos.
O que levar na hora do atendimento
Para realizar a doação, o familiar deve apresentar um documento de identidade e as informações do boletim de ocorrência de desaparecimento. A perícia também orienta que as famílias levem, se possível, objetos de uso pessoal do desaparecido que possam conter material genético, como escova de dentes, dente de leite guardado ou cordão umbilical. Quem não puder comparecer presencialmente deve entrar em contato por telefone com o posto de atendimento mais próximo para que a equipe avalie uma forma de viabilizar a coleta.
Fonte: Governo do Estado
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