Muito além da música, o Rock in Rio consolida o seu papel no apoio a causas sociais e ambientais ao longo de seus 41 anos de história. A edição de 2026, que começou nesta sexta-feira (4) na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, celebra números expressivos: o evento soma R$ 118 milhões investidos, mais de 200 instituições apoiadas e ultrapassa a marca de 1 milhão de pessoas beneficiadas diretamente.
| Foto: Tomaz Silva / Agência Brasil |
Combate à fome e apoio às comunidades
As ações do festival são divididas em diferentes prazos. Para o curto prazo, foi renovada a parceria de 25 anos com a Ação da Cidadania. O público pode acompanhar no gramado o "Pratômetro", um painel em tempo real que tem a meta de arrecadar doações para 2 milhões de pratos de comida. Já no médio prazo, o festival apoia o projeto Favela 3D, da ONG Gerando Falcões, voltado para a erradicação da extrema pobreza e transformação da infraestrutura em comunidades vulneráveis.
Sustentabilidade e meio ambiente
Pensando no longo prazo, as iniciativas miram o combate às mudanças climáticas e a preservação ecológica, com destaque para o projeto Amazônia Live. Para dentro da Cidade do Rock, a organização do festival mantém metas rigorosas de gestão de resíduos, além do controle focado na redução do consumo de água e energia durante os sete dias de shows.
Acessibilidade e enfrentamento à violência
A edição deste ano ampliou o acolhimento à diversidade. A estrutura conta com espaços adaptados para pessoas com deficiência física, visual ou auditiva, além de uma sala de sensibilização sensorial exclusiva para o público neurodivergente. O festival também estreou o Espaço Plural e o Espaço Delas, áreas imersivas dedicadas à conexão entre mulheres e à conscientização para a prevenção e o combate à violência de gênero.
Fonte: Agência Brasil
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