A partir de outubro, os pacientes com câncer de pulmão atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) terão acesso a três novos medicamentos de ponta: brigatinibe, gefitinibe e durvalumabe. De acordo com o Ministério da Saúde, a incorporação deve beneficiar inicialmente cerca de 1,9 mil pessoas com terapias modernas que chegam a custar até R$ 643 mil por ano na rede privada, ampliando as chances de sobrevida e a qualidade de vida durante o tratamento. Confira a seguir como funcionam as novas terapias e o alcance do investimento federal. Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil Terapias-alvo e conforto em casa O brigatinibe e o gefitinibe são classificados como terapias-alvo de administração oral. Esses fármacos atuam com precisão sobre alterações moleculares específicas das células cancerígenas, inibindo o avanço do tumor. Além da eficácia clínica, uma das grandes vantagens é a comodidade: os comprimidos podem ser tomados em casa pelo paciente, apresentando menor incidência de efeitos colat...
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