“Parece que entramos num grupo exclusivo. Antes, éramos só o pessoal dos pins raros, agora nós temos uma medalha de ouro depois de 102 anos de Olimpíadas de Inverno”, disse Emilio Strapasson, responsável do COB (Comitê Olímpico do Brasil) pela liderança esportiva e operacional nos Jogos de Milão e Cortina, encerrados neste domingo (22). Redes Sociais @timebrasil A fala, que faz referência ao colecionismo de broches que vira mania a cada edição, resume a mudança de nível do esporte brasileiro na neve e no gelo. O Brasil sai da Olimpíada com sua primeira medalha, inédita até então em toda a América Latina. “É um divisor de águas”, afirmou Strapasson em Milão, ao analisar a participação brasileira. A estratégia de mapear e atrair atletas de fora do país que já fossem praticantes de modalidades de inverno deu resultados. O Brasil, que compete desde os Jogos de 1992, terminou em 19º no quadro de medalhas. Noruega, Estados Unidos e Holanda foram os três mais premiados. Além do ouro do norueg...
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