Uma tecnologia inovadora desenvolvida no Rio Grande do Sul está transformando a realidade de pacientes que aguardam por um transplante de coração no Brasil. O novo equipamento, criado por uma empresa da cidade de Santa Rosa em parceria com o Instituto de Cardiologia de Porto Alegre, dobra o tempo limite para o transporte do órgão com segurança, reduzindo as filas de espera e aumentando significativamente a captação de doadores em regiões distantes. Acompanhe como funciona essa tecnologia que salva vidas a seguir. Reprodução RBS TV O fim das caixas de isopor Antes da novidade, os órgãos precisavam ser levados em caixas de isopor convencionais com gelo, o que limitava o tempo de ação das equipes médicas a um máximo de quatro horas. Com o novo dispositivo, batizado de Taura, esse prazo subiu para oito horas. O aparelho mantém a temperatura rigorosamente controlada entre 4°C e 10°C, possui bateria própria, pode ser conectado à energia de aeronaves ou veículos e ainda se comunica por ...
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